Naquela cálida tarde
de estio,
quando a viva nitidez
das cores
ainda viçosa ardia
nas flores,
os dois passeavam no
jardim.
E já sob a benigna
sombra
da antiquíssima
magnólia
onde falavam de
coisas importantes,
o discípulo
interpelou o mestre
sobre qual o sentido
da vida:
O sentido da vida
é …sabiamente viver!
Só tendo em fundo
a morte
se podem encontrar
o sabor e o sentido
da vida
Para quem está
desperto,
nesta nossa vida
mortal
arde a flor da
eternidade
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