Olá, meninas e meninos!
Por acta lavrada por aquela menina que desencrava as escalas de serviço do pessoal, fica a saber-se, publicamente, que este “blog” levará, como ali em cima já podem ver, o nome e o subnome seguintes: “O Clube dos Poetas Vivos, ou o fascínio pela vida, pela vida breve que nos possui neste planeta azul”! Acta lavrada que foi devidamente assinada, como manda a lei, pelos quatro iluminados que nisto estão metidos.
Oram vejam lá, meninas e meninos, “O Cube dos Poetas Vivos”, sediado onde muitos velhinhos já fazem cais de embarque para passarem para o outro lado da vida! É giro, não é? É claro que todos nós – não só os mais velhinhos – andamos presos à vida por um fio, que a cada passo pode deslaçar ou partir! Mas enquanto isso não acontece, porque é que havemos de andar a chorar e não rir? “Está a brincar com coisas sérias, é?”, objectou aquela menina pesadamente séria, já com uns anitos em cima. “Não, não estou! Estou é a levar com leveza a vida, porque ela não é fardo mas alegria”!
Por acordo então entre mim e aquelas três meninas que também suportam a construção e o funcionamento deste lar, decidimos dar ao “blog”, que é dos quatro, aqueles nome e subnome já referidos. Mas sobre a mesa à volta da qual falámos deste assunto, outras hipóteses havia para o nomearmos. De entre todas estas, sobressaiu a seguinte: “Terra Verde: todos nós gostamos muito de viver, mas viver na Terra Verde é que é mesmo muito bom”! Contra tal hipótese, porém, uma das meninas apresentou uma objecção de peso. Que tal designação era demasiado ambientalista ou ecologista, e portanto demasiado restritiva para tudo aquilo que pretendíamos. Foi por isso que decidimos logo ali, com completa concordância e aceitação, da maneira que já conhecem.
Para tal nomeação, confessamos ter havido uma certa influência daquele belo filme americano que tem nome semelhante. Mas esse era o “Clube dos Poetas Mortos”, e o nosso é “O Clube dos Poetas Vivos”! Há uma diferençazinha, não há? Depois, também não vamos muito à bola com aquele espírito selectivo de educação de elites, nem com aqueles altos ideais de “Honra, Disciplina e Excelência”, tudo tão próprio de uma América que se sente predestinada para governar o mundo, mas que é ainda uma menina adolescente. De forma nenhuma estamos interessados em prestar culto à Honra, à Disciplina e à Excelência. O que nos interessa, sim, é sermos honrados, disciplinados e excelentes em tudo o que vamos fazendo na vida. Já não estamos em tempo nem idade de prestar culto ou correr atrás de bandeiras. E além de tudo isto, também não gostamos muito da versão portuguesa daquelas duas poéticas palavras de Horácio – “Carpe diem”-, versão cinzenta e duvidosa, como é este “Aproveita o teu dia”. Não seria muito melhor e mais exacto dizer “Delicia-te com o teu dia” ou “Vive deliciado o teu agora”?
Mas é notável a relevância que o filme dá a este verso breve de Horácio e o encómio que presta à poesia. E então, meus meninos e meninas, então, que matéria pode existir mais excelente para poesia – poesia sentida para esta breve vida - mais excelente do que “o fascínio pela vida, pela vida breve que nos possui neste planeta azul”? E quanto ao poeta Horácio, que bem sentia e conhecia a brevidade da vida mas ansiava ardentemente pela imortalidade, não a terá ele alcançado por meio daquelas duas poéticas palavras? Não serão elas, a par de outras suas de semelhante sentido, “aquele monumento” que ele ergueu, “mais perene que o bronze”, como ele gostou de dizer?
Digamos nós agora algumas palavras sobre as duas equipas que levantaram e sustentam este “blog”. A equipa técnica, sempre solícita e competente, é constituída pela Isabel, pela Raquel e pela Ana Filipa. Esta última menina, porém, incansável menina, integra também a equipa fundadora e de contínuo apoio, a qual ainda inclui a Liliana, a Nádia e eu próprio, o João, que vou lavrando os textos, pedaços de terra sempre, alguma asa às vezes.
Estamos no Universo, neste planeta azul. E é aqui, neste planeta azul e no meio do Universo, que a vida nos agarrou para dançar uma valsa connosco! Vida breve, com certeza. Quase apenas “um só dia”, como um poeta nosso dirá. Ainda assim, podendo ser para cada um ou uma, uma grande delícia! E porque só depende de nós a vida ser ou não ser essa delícia, por isso é que vamos pensando e rabiscando estes textos frágeis, mas certamente úteis para nós e talvez também para outros!
* Em nota breve, diga-se que, temporariamente, o nome do blog foi um tanto alterado, simplesmente para facilitar o acesso ao blog. Depois, retomará o seu nome inicial.
Por acta lavrada por aquela menina que desencrava as escalas de serviço do pessoal, fica a saber-se, publicamente, que este “blog” levará, como ali em cima já podem ver, o nome e o subnome seguintes: “O Clube dos Poetas Vivos, ou o fascínio pela vida, pela vida breve que nos possui neste planeta azul”! Acta lavrada que foi devidamente assinada, como manda a lei, pelos quatro iluminados que nisto estão metidos.
Oram vejam lá, meninas e meninos, “O Cube dos Poetas Vivos”, sediado onde muitos velhinhos já fazem cais de embarque para passarem para o outro lado da vida! É giro, não é? É claro que todos nós – não só os mais velhinhos – andamos presos à vida por um fio, que a cada passo pode deslaçar ou partir! Mas enquanto isso não acontece, porque é que havemos de andar a chorar e não rir? “Está a brincar com coisas sérias, é?”, objectou aquela menina pesadamente séria, já com uns anitos em cima. “Não, não estou! Estou é a levar com leveza a vida, porque ela não é fardo mas alegria”!
Por acordo então entre mim e aquelas três meninas que também suportam a construção e o funcionamento deste lar, decidimos dar ao “blog”, que é dos quatro, aqueles nome e subnome já referidos. Mas sobre a mesa à volta da qual falámos deste assunto, outras hipóteses havia para o nomearmos. De entre todas estas, sobressaiu a seguinte: “Terra Verde: todos nós gostamos muito de viver, mas viver na Terra Verde é que é mesmo muito bom”! Contra tal hipótese, porém, uma das meninas apresentou uma objecção de peso. Que tal designação era demasiado ambientalista ou ecologista, e portanto demasiado restritiva para tudo aquilo que pretendíamos. Foi por isso que decidimos logo ali, com completa concordância e aceitação, da maneira que já conhecem.
Para tal nomeação, confessamos ter havido uma certa influência daquele belo filme americano que tem nome semelhante. Mas esse era o “Clube dos Poetas Mortos”, e o nosso é “O Clube dos Poetas Vivos”! Há uma diferençazinha, não há? Depois, também não vamos muito à bola com aquele espírito selectivo de educação de elites, nem com aqueles altos ideais de “Honra, Disciplina e Excelência”, tudo tão próprio de uma América que se sente predestinada para governar o mundo, mas que é ainda uma menina adolescente. De forma nenhuma estamos interessados em prestar culto à Honra, à Disciplina e à Excelência. O que nos interessa, sim, é sermos honrados, disciplinados e excelentes em tudo o que vamos fazendo na vida. Já não estamos em tempo nem idade de prestar culto ou correr atrás de bandeiras. E além de tudo isto, também não gostamos muito da versão portuguesa daquelas duas poéticas palavras de Horácio – “Carpe diem”-, versão cinzenta e duvidosa, como é este “Aproveita o teu dia”. Não seria muito melhor e mais exacto dizer “Delicia-te com o teu dia” ou “Vive deliciado o teu agora”?
Mas é notável a relevância que o filme dá a este verso breve de Horácio e o encómio que presta à poesia. E então, meus meninos e meninas, então, que matéria pode existir mais excelente para poesia – poesia sentida para esta breve vida - mais excelente do que “o fascínio pela vida, pela vida breve que nos possui neste planeta azul”? E quanto ao poeta Horácio, que bem sentia e conhecia a brevidade da vida mas ansiava ardentemente pela imortalidade, não a terá ele alcançado por meio daquelas duas poéticas palavras? Não serão elas, a par de outras suas de semelhante sentido, “aquele monumento” que ele ergueu, “mais perene que o bronze”, como ele gostou de dizer?
Digamos nós agora algumas palavras sobre as duas equipas que levantaram e sustentam este “blog”. A equipa técnica, sempre solícita e competente, é constituída pela Isabel, pela Raquel e pela Ana Filipa. Esta última menina, porém, incansável menina, integra também a equipa fundadora e de contínuo apoio, a qual ainda inclui a Liliana, a Nádia e eu próprio, o João, que vou lavrando os textos, pedaços de terra sempre, alguma asa às vezes.
Estamos no Universo, neste planeta azul. E é aqui, neste planeta azul e no meio do Universo, que a vida nos agarrou para dançar uma valsa connosco! Vida breve, com certeza. Quase apenas “um só dia”, como um poeta nosso dirá. Ainda assim, podendo ser para cada um ou uma, uma grande delícia! E porque só depende de nós a vida ser ou não ser essa delícia, por isso é que vamos pensando e rabiscando estes textos frágeis, mas certamente úteis para nós e talvez também para outros!
* Em nota breve, diga-se que, temporariamente, o nome do blog foi um tanto alterado, simplesmente para facilitar o acesso ao blog. Depois, retomará o seu nome inicial.
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